quinta-feira, 28 de março de 2013

Até o cantar(res) dos pássaros me dissolve nessa terra. Há um sentir imaculado nos orgasmos que tive. Eu vivo em ser, em é, e é em estar. Eu gozo em olhar árvores, eu lambo peles feitas de areia. Masturbo essa ânsia de querer explodir em vida e de beijar a lua. Uivo uma vez por mês, durante alguns dias, e me submeto a irresponsabilidade do sentir desenfreado. Não me freie! Não me freie nunca, que não tem escapismo melhor do que acordar e continuar em sonho. Minhas mãos tremem constantemente com a emoção do instante. Esse instante que chuto e que engulo. Esse instante que cospe na minha cara dizendo que o prazer... Ah... O prazer é onisciente e onipresente, e que a gente só goza pelo fato de estar vivo.

Ela é louca! Ela é louca de jogar versos na Lua!

(E fala de amor quando vê nuvens brilhando...)

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