Cachos perdidos em água,
Nada.
Mente perdida em voz,
Nós.
Arrepio quando penso no tempo
Penso que pode não ser tempo
Envergonho-me,
Desatento
Tento, vento, lento, penso.
Acendo um cigarro,
Trago
Comigo um gosto dúbio
Gostando do teu gosto
Sem gostar
(Ás vezes gosto mais de cervejas quentes que gente
E trago mais sorrisos que cigarros)
E me perco nos seus cachos
Mais leves que o (m)ar
(E estou e sou presente
Pra Alguém
Que não se pode identificar)
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Não se rima coração
NÃO!
São todos desnuviados,
Descontidos e estuprados
Me dou bem com outras mãos.
Só que às vezes canso,
Desfoco meu olhar sobre outro, confortável
Me aconchego, cheiro, descanso...
E no final, como em qualquer canto,
Adormeço.
O tempo não me importa:
O que sei eu sobre o tempo?
Me deito a escrever linhas incompletas
E nada me interessa além da incompletude das coisas
E dos corações
Sem rima
(Fernanda Protásio)
NÃO!
São todos desnuviados,
Descontidos e estuprados
Me dou bem com outras mãos.
Só que às vezes canso,
Desfoco meu olhar sobre outro, confortável
Me aconchego, cheiro, descanso...
E no final, como em qualquer canto,
Adormeço.
O tempo não me importa:
O que sei eu sobre o tempo?
Me deito a escrever linhas incompletas
E nada me interessa além da incompletude das coisas
E dos corações
Sem rima
(Fernanda Protásio)
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