És uma farsa!
És uma faca que se agarra na cerra
Na hora da resguarda
O sangue que derrama é culpa tua
A CULPA É TUA!
Gemo e temo essa agonia pré-possuída
A tortura de não ter mais sede
Um culto de dissimulação há muito descoberto
E recém interpretado!
Toda essa revolta é de alguém que se nega a hipocondria!
Se ninguém pudesse sentir, o faria torto
E eu? Sofro de levianismo agudo, não me nego mais
Se és a mesma
Se não mudas-te nunca
Então nunca amei a ti
Amei a mim mesma em ti refletida
Não abraço mais o nada nem a ninguém
Nem respiro fundo junto a rosto
Só me quero viva em (minhas) palavras
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